UM ESPETÁCULO CINEMATOGRÁFICO CHAMADO “VINGADORES: ULTIMATO”

“Eu sou o Homem de Ferro”. Em 2008, quando Tony Stark revelou ao mundo quem era, ninguém podia imaginar onde aquelas palavras levariam fãs de quadrinhos e super heróis do planeta. Ninguém sabia, mas com toda certeza apreciamos cada segundo deste universo.

Da primeira aparição do Homem de Ferro até o estalar de dedos do Thanos, se passaram 10 anos. Uma década e 21 filmes que se conectam entre si e contam, amarram e expandem toda a história da Marvel dentro da Saga Infinita. Ciência, mitologia, misticismo, um universo cósmico e outro subatômico. A Marvel trouxe tudo o que queríamos e, até mesmo, o que não sabíamos que queríamos.

 

E, todas essas histórias, lutas, amizades, desavenças e batalhas épicas culminaram no evento principal da primeira década da Marvel Studios: “Vingadores – Ultimato”, a conclusão da Saga Infinita e finalização da história original dos Vingadores nos cinemas. Mais do que um filme, estávamos no aguardo de um evento cinematográfico e foi isso que nos foi entregue.

 

 

Enquanto filme, “Ultimato” pode ser um pouco arrastado e até lento em seu início. Trazendo um primeiro ato que mostra os heróis que sobreviveram a “Guerra Infinita” superando – ou tentando superar – enquanto ainda buscam uma forma de reverter o que Thanos causou no final do filme anterior. No entanto, isso pode incomodar algumas pessoas, enquanto para outras é perfeito para mostrar que há espaço para drama e há espaço para humanizar os personagens super poderosos que assistimos há 11 anos.

 

Mas isso acaba aí. Logo depois as coisas esquentam e a ação começa e é um filme de 3 horas lotado de fan service, referências e tudo aquilo que os fãs queriam ver nos filmes da Marvel há anos. Como esse será um texto livre de spoilers, não vou detalhar, mas devo dizer que os fãs raiz, aqueles que saíam leram HQs ou que caçavam easter eggs e referências, bem, esses terão um grande presente nas mãos.

 

OS ORIGINAIS

 

Os seis Vingadores originais – Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk, Viúva Negra e Gavião Arqueiro – detém o maior tempo de tela e com razão. O filme, além de tudo, é uma despedida misturado com a preparação de terreno. De um lado aqueles que começaram o universo e do outro os responsáveis para continuá-lo. Há um tom de despedida e é possível sentir isso dentro da trama o que torna o filme ainda mais um mix de emoções para os fãs.

 

Somos levados a uma viagem para respeitar e agradecer àqueles que foram responsáveis por manter a Terra segura tantas vezes e para abraçar àqueles que a manterão em ordem daqui para frente. E, por conta disso, o filme serve a todos os propósitos: da ação a comédia, com o drama; tom de despedida e lembrança de que uma saga findou, mas não um universo e, por isso, temos um evento tão épico que nos prendeu a cadeira por três horas, mas que queríamos mais três pela frente.

 

PARTE DA JORNADA É O FIM

 

 

“Ultimato” é mais um evento do que um filme – e eu já repeti isso algumas vezes ao longo deste texto e continuarei repetindo. Um espetáculo visual que causa todos os tipos de emoções no espectador. Entre risos e choros – choros esses que eu ouvi na fileira de trás enquanto eu mesmo limpava minhas lágrimas – despedidas e longos momentos de tirar o fôlego.

 

A Saga Infinita chega ao fim, mas como toda boa obra da Marvel deixa diversos ganchos para diversos universos e uma mensagem muito clara aos fãs: a era dos heróis está longe de acabar.

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